Empresas já tratam a computação em nuvem como prioridade estratégica. Entenda os dados do mercado e como essa mudança impacta eficiência, integração e crescimento no varejo.
A nuvem deixou de ser tendência e virou prioridade
A computação em nuvem deixou de ser apenas uma aposta de inovação e passou a ocupar espaço real na estratégia das empresas. Um levantamento da Locaweb mostra que cerca de 6 em cada 10 profissionais afirmam que inteligência artificial e computação em nuvem já têm relevância nas operações corporativas.
O estudo também mostra que 34,8% dos entrevistados veem o investimento em tecnologia como questão de sobrevivência no mercado, enquanto 49,2% consideram a digitalização um diferencial competitivo relevante em 2026.
O problema: sistemas antigos limitam o crescimento
Apesar do avanço digital, muitas empresas ainda operam com processos pouco integrados. Na pesquisa, 55,4% dos profissionais disseram que uma parte significativa das atividades ainda é feita manualmente, e 42,4% das lideranças reconhecem que suas rotinas seguem majoritariamente operacionais.
Além disso, os principais entraves para acelerar a digitalização continuam claros: 37,4% apontam falta de capacitação em tecnologia e 29,4% citam restrições orçamentárias.
Por que a nuvem virou o centro das operações
Mesmo com esses desafios, a adoção da computação em nuvem avança. Segundo a matéria, 57,8% das empresas já estão em estágios intermediários ou avançados de adoção de cloud. Dentro desse grupo, 29,6% já utilizam soluções em nuvem de forma estruturada e 28,2% estão em fase de expansão interna.
Os benefícios também aparecem com clareza no levantamento:
48% destacam mais agilidade em projetos e processos
42% citam acesso remoto e mobilidade no trabalho
37,4% apontam maior integração entre sistemas e áreas
35,8% afirmam que a nuvem ajuda a reduzir custos operacionais
Nuvem e inteligência artificial: vantagem competitiva real
A pesquisa reforça que inteligência artificial e computação em nuvem caminham juntas. No caso da IA, 23,8% afirmam que suas empresas já investem de forma ampla e estratégica na tecnologia, enquanto 31,2% dizem que esses investimentos estão em expansão.
Isso mostra que a nuvem não é apenas infraestrutura. Ela é a base para ganhar velocidade, integrar dados, automatizar processos e sustentar decisões mais inteligentes.
VR Cloud: a base para essa transformação
É nesse cenário que o VR Cloud ganha relevância. Quando a operação está na nuvem, a empresa reduz a dependência de estruturas locais, melhora a integração entre áreas, amplia mobilidade e cria uma base mais preparada para crescimento.
Na prática, isso significa:
• Mais controle da operação
• Mais agilidade nas decisões
• Mais integração entre processos
• Mais eficiência para escalar o negócio
Ou seja, se o mercado já mostra que a nuvem acelera projetos, integra sistemas e reduz custos, o VR Cloud entra como resposta concreta para transformar esses benefícios em operação real.
Impacto no varejo e supermercados
No varejo, especialmente em supermercados, estar em nuvem significa operar com mais visibilidade, rapidez e conexão entre áreas. Isso favorece a gestão em tempo real, melhora a integração entre canais e dá mais capacidade de resposta para um mercado cada vez mais competitivo.
É questão de competitividade
Os números mostram que a computação em nuvem já deixou de ser promessa. Ela virou prioridade estratégica. E, para empresas que querem crescer com eficiência, integração e capacidade de inovação, adiar esse movimento significa perder competitividade.
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